O que uma puta evangélica faz se ela é muito maltratada e teme pela saúde e conservação da beleza.



                                                                                                                                          O que uma puta evangélica pode fazer, se o cafetão ou dono judia-a em uma maneira que ela corre sérios riscos de saúde ou beleza. Tem cafetões que maltratam as prostitutas com isqueiro, soldador ou acoitam-nas sem se preocupar com as cicatrizes. Um bom cafetão sabe punir assim que ele não prejudica a beleza nem a saúde de suas putas, mas infelizmente existem esses rufiões rudes ou perversos, que castigam as putas sem consideração.

Normalmente a puta tem o dever de obedecer, e não tem o direito de se rebelar contra os superiores. Um evangélico ou crente em geral obedece aos superiores, a não ser que eles exigem algo que é contra Deus. Jesus fala em Mateus,5.39: “Não resistais ao perverso, mas, a qualquer que te ferir na face direita, volte-lhe também a outra, e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar andar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes.”Assim como um povo evangélico não pode se rebelar contra seu governador, seja ele um imperador, que conquistou o país a força, como na época de Jesus, ou hoje em dia um prefeito corrupto, um presidente ou ditador criminoso ou um traficante governando um morro, a puta não pode ser insurreta. As palavras de Jesus adaptadas para ela seriam: “ Não resiste ao perverso, (seja cafetão, seja outro superior, seja cliente). Se ele te dar 50 chineladas na bunda nua, oferece-lhe também sua xaninha nua. Se ele exige de você 90% da grana que você ganha, oferece-lhe também os 10% que ficariam com você. Se alguém paga só R$ 30, mas te obriga transar por uma hora com ele, serve a ele por duas horas. Seja generosa e dá seus dons naturais e seu dinheiro aos que os desejam.”

Chegam ao limite onde começa a discussão, se o cafetão ou outro superior (dono, cliente, polícia etc.) fere a puta de uma maneira que deixa cicatrizes ou ferimentos interiores ou relaxa a elasticidade e juventude da buceta enfiando objetos gigantescos ou por muito tempo. Se a puta vivesse sozinha com o cafetão numa ilha agüentaria também essas dores e humilhações, porque nunca deve pensar na própria vantagem. Mas já que ela não vive assim, tem que pensar também no futuro marido, que um dia Deus lhe vai mandar, nos possíveis filhos etc. O cafetão que destruiu os dons da puta com torturas extremas, mutilações ou estupros por dezenas de homens sem usarem camisinhas, age contra a vontade do Criador que formou o corpo da puta com muito carinho desse jeito como ele está. Além disso, ele diminui o valor da mercadoria, prejudicando futuros donos, futuros clientes e antes de tudo o futuro marido, que Deus lhe mandará um dia, se for a vontade dEle.

A puta não deve se, porém, vingar e chamar a polícia. Com isso ela prejudicaria o seu superior, o que seria um pecado grave. O proceder da puta crente deve seguir às dicas do apóstolo Paulo:

1. Primeiramente ela pede ao superior piedade e moderação dos castigos. Ela deve implorá-lo com toda a devida submissão e respeito, por exemplo, olhando para baixo ou de joelhos, sempre falando gentil e de voz baixa e suave.

2. Se isso não adianta, ela pode pedir a ajuda de outra pessoa como mediador. Pode ser uma outra puta, um funcionário do puteiro, um outro cafetão ou alguém da sua igreja.

3. Se isso também não adianta, ela leva o assunto ao seu pastor ou outra instância superior como uma associação de prostitutas ou cafetões ou uma ONG, que trabalha nesta área.


Em todos os casos ela deve deixar bem claro, que não pretende prejudicar o superior. Pelo contrário, ela seria submissa e queria lhe obedecer e fazê-lo feliz, e ela falaria somente por causa da preocupação pensando no bem dele e nos futuros donos dela. Também se preocuparia com a manutenção do corpo, porque ele é seu dom de Deus, mas o tratamento cruel impossibilitaria suas boas intenções, destruindo a beleza.


Um outro caso temos se a puta intervém em favor a uma outra prostituta. Se ela defende uma outra menina maltratada, ajuda a ela, fala com o cafetão ou outros superiores ou pessoal da igreja ela faz tudo certo porque age em execução do amor ao próximo. Claro que ela deve evitar falar mal de seus superiores, nem causar danos a eles, mas além disso ela tem toda a liberdade de agir a favor de irmãs judiadas injustiçadamente. Ela deve orar por ela, tentar ficar perto dela, falar-lhe de Jesus e se oferecer para ser torturada em lugar dela. Ela pode também defendê-la diante do cafetão ou pessoa incumbida de castigar a menina, pode se rebelar, fazer greve, greve de fome etc. Claro que ela vai apanhar, se agir assim, mas Deus vai se lembrar da ação boa da puta.


Exemplos práticos para o comportamento certo de uma puta evangélica em situações específicas:


Queimaduras e marcas com ferrete em brasa.
É um castigo e tb um método para o dono marcar uma puta, escrava ou outra piranha como sua propriedade. Uma puta evangélica deve suportar tais castigos sem se rebelar. Se o dono exagera, ou clientes perversos estragam a beleza dela com excessivas queimaduras, ela pode-se rebelar, pensando no direito de seu possível futuro marido ou outro dono, que quer-se alegrar no corpo da puta.

Anel de gado como anel-guia (lead-ring) queimado na carne: O cafetão, dono ou responsável pega um lábio da buceta da puta com um alicate e puxa-o bem para baixo. Ele tem que puxar assim que a carne fica estendida a uma área de pelo menos 6 vezes 6 cm², quanto maior, melhor. Recomenda-se a ter pelo menos um ajudante com mais um ou dois alicates para estender o lábio nao somente para baixo, mas tambem para os lados. Depois se esquenta um ferro pontiagudo de um centimetro de diámetro por uns 3 minutos nas brasas. A cor deve ser só levemente vermelho. Em caso de dúvida se testa o ferro antes de aplicar na buceta em um outro lugar da puta ou na pele de uma outra puta. A pele deve derreter fácil, mas o ferro não pode queimar a buceta toda. Se a temperatura do ferro chegar ao ponto, o responsavel fura com ele o lábio estendido da puta e fixa um anel de gado nele. O anel encrava-se na carne firme e garante no futuro uma condutibilidade fácil da puta.
A puta pode se rebelar, porque o buraco no lábio é muito grande, e um futuro dono ou marido poderia desgostá-lo ou até sentir nojo. Ela deve se lembrar que Deus poderia mandar-lhe um marido, e deve ser preparada para esse dia e manter a sua beleza e os outros dons para ele.
Se um dono insensato não aceita a recusa da puta e a açoita até ela se render, ela vai se render e se entregar para a tortura, mas ela fez pelo menos a sua parte.

Anel de gado como anel-guia (lead-ring) simples: O metodo mais simples de colocar um anel de gado na puta é perfurar o lábio da buceta ou o grelinho na maneira tradicional, como se faz para colocar piercings. O cafetão, dono ou responsável pega um lábio da buceta ou o grelinho da puta com um alicate e puxa-o para baixo e perfura-o com uma agulha maior limpa e esterilizada. Depois de cicatrizar o furinho ele enfia cada semana um anel um pouco maior, ou um outro objeto adequado como agulha de tricotagem, prego ou mina de caneta esferografica, (preferivelmente de metais nobres para prevenir inflamações, que diminuiriam a explorabilidade da mercadoria feminina). Depois de algumas semanas podem lhe enfiar um anel de gado grosso, que pode ser soldado para nunca mais ser afastado.
A puta não pode se rebelar, porque o anel contribui para ela ser melhor explorada na sua profissão. Putas com anel grosso mostram 30% menos birra e rebeldia do que putas comuns e são mais humildes e obedientes.



O dono ou clientes querem enfiar objetos enormes:
Na imagem em baixo o algodoz mostra à puta uma pera de ferro. Uma vez enfiada na buceta o algodoz vira um parafuso, e ela se abre, fixa como uma âncora no abdomen da puta.
A puta tem que aceitar em submissão um tal tratamento, porque seus buracos servem para os outros se divertirem.
 

Puxar a língua, mamilos, lábios da xaninha ou grelinho da puta com a mão, alicate ou pendurar pesos nestas extremidades:
A pele de uma menina tem muita flexibilidade, e por isso não estraga facilmente, mesmo se os pesos ficam no seu lugar por várias horas ou se a carne fica estendido de outra maneira por muito tempo. Por isso a puta não deve se rebelar mas estender em submissão a sua língua e os outros lóbulos para serem tratados. Só em casos de exagero absurdo ela pode se rebelar para protestar contra o risco de ferimentos que deixam estragos para sempre. Normalmente ela vai se entregar como a loira ao lado para servir como brinquedo para os outros.




Velas acesas na buceta, no cuzinho (ou outros buracos da puta):
Se é só uma brincadeira com cuidado, tudo bem. Mas se as velas ficam nos buracos por muito tempo, elas diminuem e causam graves queimaduras. A puta deve protestar, pedir, chorar ou se rebelar. Se um dono insensato não aceita a recusa da puta e a açoita até ela se render, ela vai se render e se entregar para a tortura, mas ela fez pelo menos a sua parte.




A puta é usada como "vaso higiênico" ("descartadora de porra"):
O dono amarra a puta preferidamente em um banheiro ou banheiro público e todos podem usá-la. Normalmente uma puta evangélica boa vai aceitar a decisão do dono, se ele a oferece para ser usada e abusada por mutirões. Essa prática é mais comum no Japão, onde os usuários marcam a puta depois de ser usada na buceta ou no cú, escrevam pelavras obcenas nela e humilham-na de toda forma. Mas hoje em dia tem o risco de AIDS, e muitos rapazes não usam camisinhas em estupros desse jeito, a não ser, que o dono o exige. Adoecendo a puta diminuiria o prazer e os direitos de um futuro marido. Por isso alguns teólogos acham, que o dever para com o futuro marido da puta vale mais do que o direito do atual dono que a explora. Seguindo esse argumento ela poderia se rebelar para proteger a sua saúde.

A puta é usada como urinol ou verdadeiro "vaso higiênico":
O dono amarra a puta preferidamente em um banheiro ou banheiro público e todos podem usá-la como urinol ou até para despachar fezes. A puta é forçada para engolir o xixi dos usuários. Normalmente uma puta evangélica boa vai aceitar a decisão do dono, e beber o xixi dos usurários. Mas se exigem dela para comer cocô, ela corre vários riscos de saúde. Adoecendo a puta diminuiria o prazer e os direitos de um futuro marido. Por isso alguns teólogos acham, que o dever para com o futuro marido da puta vale mais do que o direito do atual dono que a explora. Seguindo esse argumento ela poderia se rebelar para proteger a saúde. Se ela é forçada para obedecer e engolir o cocô com ameãças e torturas, ela tem que avaliar o que é melhor para a saúde, a beleza e o futuro marido e dono. Por exemplo, se ela é açoitada até obedecer, deve ser melhor se render logo, para não ficar com a pele destruída e mesmo assim ser forçada a engolir.







A puta é açoitada sem dó:

Açoitar escravos e escravas com açoite, relho, azorrague, dar chibatadas, fustigar as bundas nuas com objetos delgados e flexíveis era desde a antiguidade um direito, costume e também esporte de donos. Por isso era sempre corriqueiro, disciplinar, castigar e estimular putas e prostitutas dessa maneira. Já que muitos donos sentem um prazer nisso, uma puta evangélica e submissa não vai se rebelar, a não ser, se ela sabe que o dono sente ainda mais prazer se ele pode quebrar a rebeldia dela e castigá-la ainda mais. Nesse caso ela pode se rebelar para dar a ele a chance de submeter e castigá-la.


O relho e o açoite arruinam a pele de uma puta, nem falando do azorrague. Ela deve pedir para o dono usar preferidamente a chibata, que doi mas não estraga a pele.

Se ela é alugada para amadores da arte de açoitar, relhar, chibatar e castigar putas e outras meninas, elas pode pedir ao dono para orientar aos clientes a respeito do uso moderado e a preferência da chibata, mas ela tem que se submeter à decisão do dono.

Depois de ser açoitada e melhor deixar a menina nua e exposta para a pele secar e sarar naturalmente no ar livre. Isso contribui também para o divertimento dos convidados e para ensinar humildade à puta.

Um dos fenômenos mais interessantes da biologia de mulheres é que muitas escravas e putas ficam molhadinhas quando açoitadas nuas, embora que elas falam que não gostaram do tratamento de jeito nenhum.



Se a puta repara, que seu dono ou cliente tem preferência para uma certa parte de seu corpo, ela deve oferecer e expor essa parte para ser açoitada mais, para agradar ao açoitador.


Cactos e objetos quebráveis como lámpadas são enfiadas na puta:
Os espinhos de cacto e cacos de lámpadas deixam ferimentos que não saram bem e deitam pus. Uma rapariga evangélica pode-se rebelar contra um tal tratamento.


Varas incandescentes enfiadas no cu ou aquecidas com fogo depois de serem enfiadas:
Metais transportam o calor muito rápido e a puta leva ferimentos graves que diminuem o valor, a explorabilidade e a capacidade de trabalhar dela por muito tempo. Por isso ela tem o direito de se rebelar.



O uso de uma puta evangélica como ponygirl:
O dono tem o direito de usar as meninas dele na maneira que lhe agrada mais. Para isso pode tomar as proveniências necessárias. Uma boa puta evangélica vai cooperar com tudo nesse sentido para ser um pónei boa, útil e agradável para seu dono e clientes, que a alugam.





Tratamento com eletrochoques:
Cargas eletricas na dosagem certa estimulam, em doses maiores eles doem. (Só acima de 120 voltagens podem prejudicar ou por a vida da puta em risco, dependendo do lugar da aplicação.) Em geral é um tratamento bem educativo, que não exige forças e esforços ao aplicador, e não estraga a beleza da puta. Uma boa puta evangélica sabe disso e não deve se rebelar contra um tão tratamento, especialmente se ele é feito para educá-la para o melhor, divertir o dono ou ganhar dinheiro de clientes que pagam para dar eletrochoques nas partes da prostituta.

















As partes da puta são tratados com alicates:
A carne e a pele de uma puta jovem tem bastante elasticidade para aguentar também ser puxada com grande força, e uma puta evangélica realmente humilde e obediente vai se submeter à vontade do dono ou de clientes. Mas se a pele começa a sangrar chega-se a um limite. Se, porém, clientes perversos tratam as partes de uma maneira que piore a qualidade da carne e da pele, ela pode falar com seu dono, ou em casos extremos rebelar-se na hora.



Tratamento com pesos nos lábios da buceta, na língua, nos mamilos e no grelinho da puta:
A carne e a pele de uma puta jovem tem bastante elasticidade para aguentar também ser puxada com grande força, e uma puta evangélica realmente humilde e obediente vai se submeter à vontade do dono ou de clientes. Se eles a forçam para dançar, andar, correr na rua ou transar com os pesos, ela deve obedecer e tentar o melhor.




A puta é estuprada por cachorros, porcos ou outros animais:
Essas práticas são contra a Bíblia, mas a culpa cai por cima do dono da prostituta. Cabe a ela obedecer, porque o ato serve para humilhar a puta e divertir o dono, clientes e outros convidados, ou para relaxar o cachorro do dono ou para castigar e assim educar e melhorar a puta. Se ela é estuprada por cavalos, deve pedir para tomar uma providência para o pau do cavalo não entrar na íntegra. Senão a puta sai ferida e fica impedida de trabalhar por certo tempo. Nesse último caso ela deveria se rebelar, se clientes insensatos e inexperientes abusam-na dessa maneira, principalmente se isso acontece sem saber do dono (por exemplo se o cliente aluga a puta com todos os direitos sem limites.)
Se o cão de seu cafetão ou dono, treinado para estuprá-la, a procura por própria conta, a puta deve ser submissa a ele, porque ele é o cachorro de seu dono e fica na hierarquia acima de uma puta comum.

Exame de médico:
A puta evangélica vai cooperar em tudo e se abrir direitinho, porque o exame serve para proteger os clientes e o dono e para ela trabalhar sempre mais e melhor. Se o dono chama médicos grossos ou amadores, que nem são médicos e investigam as meninas de maneiras humilhantes e rudes, ela tem que aceitar a decisão do dono. Se ela teme por sua saúde, ela pode falar com o dono, mas a decisão final é dele.





A puta é liberada para todos puderem estuprá-la a vontade:
As vezes ela é amarrada como por exemplo na versão clássica na foto em cima, e às vezes o dono anuncia: "Vocês podem fazer com ela o que quiserem."
Uma boa prostituta e escrava evangélica submete-se. Se os clientes a ferirem de uma maneira que diminui o valor dela e prejudica os direitos de um possível futuro marido, ela pode-se rebelar contra tais excessos.



A puta é forçada para se enfiar objetos grandes ou ridículos.
A buceta e o cu de uma puta jovem tem bastante elasticidade para aguentar também ser dilatada com grande força, como se vê quando uma prostituta jovem pare um neném, e uma puta evangélica realmente humilde e obediente vai se submeter à vontade do dono ou de clientes, já que isso contribui para o divertimento deles.
























A puta é forçada para praticar amor lésbico ou prepara meninas inocentes para serem prostitutas, putas, cadelinhas e escravas:
Embora que o amor homosexual é contra a bíblia, o que se refere segundo muitos teólogos também para mulheres, a puta tem que obedecer ao seu superior, porque ela tem que divertir os clientes  e seu dono e melhorar o rendimento dele. O risco de cometer um pecado cai em cima dele.
Se a puta atende a mulheres, ela não se apaixona por elas, mas continua a amar seu dono. Assim ela, na verdade, não pratíca amor homosexual, mas atende somente às necessidades de clientes.






Clientes ou o dono exigem para a puta se abrir ou de fazer siririca:
A puta tem que obedecer aos superiores dela e fazer de tudo para agradar. Ela deve-se abrir sempre e muito, se exigem, e ela deve se masturbar assim como agrada a eles.

Se o dono manda para ela ficar na presença dele sempre assim, ela tem que obedecer e abrir a buceta e o cuzinho com as duas mãos, com força, submissão e mostrando paixão para seu dono. Afinal de contas, se ela abre a bucetinha, mostra só os dons naturais que Deus lhe deu.

A puta é exposta por horas de buceta muito aberta:
Ela fica amarrada ou é forçada para ficar imóvel por horas, com a buceta aberta.
Essa prática contribui para a humilhação e educação da bisca e diverte dono, clientes e transeuntes. Ela tem que obedecer. Uma boa cadela evangélica vai tentar de sentir agradecimento pela oportunidade de poder contribuir para o divertimento e bem-estar dos espectadores.



A puta é obrigada para fazer programa na rua:
É perigoso, mas uma puta evangélica deve obedecer e confiar na proteção de Deus. Ele veste a roupa, que seu dono ou cafetão escolhe, e trata em tudo para ganhar mais dinheiro para ele e agradar aos clientes. Para com as outras prostitutas ela é amigável, gentil, amorosa e ajuda sempre.










O dono ou cafetão quer marcar a puta com ferrete em brasa como sua propriedade:
Isso é um direito antigo de donos de meninas e escravos em geral, assim como se marca também vacas e outros gados. Uma puta evangélica vai se entregar ao doloroso processo de gravação da pele e ter orgulho de portar a marca de seu dono em si. Se o dono gosta de queimar palavras como puta, slut ou cadela em sua puta, ela tem que aguentar isso. Só se o dono exagerar e devastar a pele da mercadoria feminina, ela pode se rebelar defendendo os direitos de um possível futuro marido para ter uma mulher bonita.








As pessoas bolinam e apalpam a puta nos ônibus, na escola e outras lugares públicos:
Se seu dono gosta disso, ela tem que se entregar sem se defender. Se o dono não gosta que outros mexem com sua garota, ela deve se defender. Se ela não tiver dono, ela deve deixar os outros a vontade, e não pode se defender contra as mãos curiosos, que lhe massageiam a bunda e os peitos e procuram se enfiar na bucetinha ou cuzinho, porque assim ela agrada aos outros. Se eles são bem tímidos, uma puta evangélica verdadeiramente boa encoraja-os com os olhos.

Se eles ficam tão assanhados com isso que não largam mais a puta, eles querem levá-la consigo para um outro lugar. Ela tem que aceitar isso, porque ela assanhou os outros pelo fato que ela é uma puta gostosa e submissa. Ela tem que seguir a eles a uma casa ou outro lugar para ser apalpada sem dó. Se ela não tiver dono, tem que ser submissa a eles. Se alguém a amarra para poder apalpá-la sem limites, e a abusa e chama outros para abusá-la, ela tem que se submeter. Se ele aproveita a situação indefesa da cachorra para alugar e prostituí-la, ou para lhe dar tapas ou chibatadas na bunda e bucetinha, ela tem que se submeter e agradar por ser tratada como prostituta e cadela. Quem a submete assim vai ser o novo dono da puta com todos os direitos.













A puta recebe roupa muito curta, pequena ou transparente:
Uma prostituta evangélica inteligente conclui disso que seu dono gosto de expor a beleza de sua mercadoria. Ela vai se sentar assim que os outros podem desfrutar da melhor forma. Isso vale, se os outros gostam disso, porque uma puta evangélica boa quer agradar. Se ela sabe, que tão atitude não é bem vista, como na escola ou na igreja, ela não vai se expor assim. Se o dono manda para ela se expor mesmo assim também na escola ou na igreja, ela tem que obedecer, a possível culpa cai por cima do dono.



A puta é tratada com drogas:
Drogas destruem o corpo e o caráter. Ela deve se rebelar contra esse tratamento.



A puta é presa e os policiais trancam-na em um quarto com muitos homens, sendo ela a única menina:
Ela tem que respeitar a polícia e vai obedecer sem reclamar. Os presos são muito carentes, muitos não tiverem mulher há muito tempo. Ela deve ajudar a eles com seus dotes. Se eles a bolinam ou estupram ou até maltratam de formas piores, ela não vai se defender mas trata de agradar a eles. Se porém eles não abusam da puta, ela não precisa encorajá-los, porque possivelmente Deus está protejando-a para ela não ser contaminada com doenças. Ela tem que respeitar a vontade superior de Deus, mesmo se ela sabe que os policiais se diverteriam muito, se ela fosse estuprada, e os presos seriam mais felizes e menos agressivos a outros presos.





A puta é obrigada de chupar todos os presentes em determinado lugar:
Por mais que demore, a puta tem que obedecer e engolir também a porra, se mandam isso.


A puta é alugada para perversos, que a abusam, dependendo do preço, com certos limites ou sem limites:
Ela sabe que é seu dever contribuir para uma boa renda de seu dono, e tem que aceitar ser alugada também para clientes com desejos especiais. Se um cliente, porém, prejudica a beleza da cadela ou a mutila, ela deve falar com seu dono. Se isso é impossível, em casos de urgência ela pode se rebelar contra o cliente, porque ela tem que conservar-se na medida do possível para seu futuro marido.






A puta é tratada como uma cadela ou cachorra:
Se ela quer ser uma boa puta, submissa e obediente, tem que ser cadela ou cachorra mesma. Ela deve ser feliz ser tratada assim e obedecer em tudo.
















A puta é encarregada para preparar meninas novas para o michê, a prostituição e a escravidão:
Uma puta evangélica boa vai querer ajudar ao seu dono. Se a menina é menor e a prostituição de menores é proibido no país, ela tem que obedecer mesmo assim. A culpa cai por cima do que ordenou-o.

















Os peitos da puta são tratados com agulhas, alfinetes, grampas e prendedores:
Deus fez o peito também para o bebê da puta, que ela poderia ter com seu futuro marido ou de uma outra maneira. O peito é sensível e torturadores não-profissionais prejudicam muitas vezes os canais de leite. Ela deve falar com seu dono ou os clientes e oferecer preferidamente a buceta para tal tratamento. Se eles não reagem ela pode se rebelar em casos de excesso.







A puta é tratada com cera quente:
Esse tratamento não prejudica. Ela tem que oferecer a língua, a bucetinha e outras partes para esse fim.

A puta não recebe o direito de transar com os clientes, mas fica sempre amarrada nua e exposta. Quem sabe com objetos enfiados nos buracos ou colocada em maquinas de foder. As pessoas podem se só divertir chibatando a puta ou fazer outras coisas semelhantes:
Se ela dessa maneira não ganhar dinheiro para seu dono, é problema dele. Ela não tem o direito de se prostituir. Se o dono no fim do mês anuncia que ela entre todas as prostitutas dele teve o pior resultado em renda e será punida, ela deve aguentar essa injustiça em submissão total.

A puta é estuprada:
Se seu dono gosta disso, ela tem que se entregar sem se defender. Se o dono não gosta que outros estuprem sua garota de graça, ela deve se defender. Se ela não tiver dono, ela deve deixar os outros a vontade, e não pode se defender, porque assim ela agrada aos outros. Talvez se trata de estupradores viciados, que estuprariam uma menina despreparada e inocente, se a puta escapasse.


O dono ou clientes enchem os buracos da puta com pastas, chocolate, doces, e mais:
A puta tem que aceitar essa humilhação. Se se trata de substâncias agressivas e venenosas, ela pode se rebelar, defendendo os direitos de um possível futuro marido. Se a enchem com pimenta malagueta, ela sente muitas dores ardendo, mas a pimenta não prejudica a saúde. A puta deve aguentar esse tratamento clássico para putas birrentas.

O dono humilha a puta em bares, na escola, na frente de seus amigos ou parentes e outros lugares:
Uma puta evangélica tem que obedecer em tudo. É uma oportunidade maravilhosa para mostrar publicamente, que ela é agora uma prostituta boa, e sabe obedecer, ser submissa e agradar a outros.



O dono ou os cliente exigem para ela fazer fisting e enfiar a própria mão:
Uma boa puta evangélica obedece, e tenta fazê-lo. Se ela sente que seja-lhe impossível, pode pedir ajuda ao cliente ou o dono. Mas ela deve aguentar as dores e se esforçar para agradar a eles.




O dono ou um cliente vive enfiando garrafas na puta:
É normal. Uma puta evangélica tem que aceitar isso e oferecer os buracos para tal fim.







O dono ou um cliente vive maltratando e torturando um outra puta exageradamente:
Uma puta evangélica vai orar para a colega, vai tentar ficar perto dela para consolá-la, orar com ela e principalmente aproveitar para contar-lhe de Jesus e levá-la para Ele. Ela deve falar também com o dono e se oferecer em lugar da colega. Se não adianta, ela pode-se rebelar a favor da irmã, mostrando assim prontidão para ajudar ao próximo sem consideração da própria pessoa.






O dono quer vender a puta para um árabe cruel:
A puta não tem o direito de inferir nos negócios de seu dono. Além disso é uma oportunidade de fazer missão entre os muçulmanos.














A puta é pendurada nos braços amarrados nas costas:
Esse velho metodo serve para torturar e açoitar a cadela, mas estraga os ombros. A puta deve-se rebelar considerando os direitos de um possível futuro marido.




A puta é mantida nua e amarrada em cárcere sem proteção contra ratos:
Ratos podem moer dedos, mamilos e o grelinho da cadela e causar infecções graves. A puta deve reclamar com seu dono. Ela tem também o direito de se defender na medida do possível contra os ratos, baratas e outros animais.









A puta senta nua em cima de um "cavalo de madeira":
Essa tortura clássica pode causar feridas na buceta, dependendo da agudez do cavalo e do peso pendurado nos pés da prostituta. Ela deve falar com seu dono, porque fica incapaz de trabalhar por vários dias.






A puta fica exposta nua no sol:
Pode causar queimaduras graves e cancer. A puta pode se rebelar, defendendo os direitos de seu futuro marido.












O dono manda desvestir e expor a bunda ou outras partes para serem castigadas:

Uma boa puta evangélica obedece logo, expõe-se nua e busca o açoite ou outro instrumento para ser punida. Se o dono exige, ela lambe o relho, para ele cortar melhor. Depois do castigo ela agradece ao dono e beija o instrumento, com que ela foi flagelada.





A puta não recebe uma cama. Se não conseguir um cliente que a aluga para a noite e também não foi chamada para a cama do dono, ela é, de castigo, guardada de uma maneira humilhante, cansativa ou amarrada:
Muitas vezes fica amarrada em pé, nua, ou amarrada de um jeito que expõe as partes femininas dela, ou é fixa na parede ou no teto segurada através de anéis encravados nos mamilos, nos lábios da bucetinha ou no grelinho. De vez em quando um ajudante passa e dá tapas ou chibatadas na cadela.
Esse tratamento serve para ama puta ou dançarina trabalhar melhor e tiver um incentivo para arranjar um cliente para a noite. Dessa maneira visa o bem dela, e ela não pode-se rebelar contra um tal tratamento.


A puta é humilhada e judiada na escola, porque muitos sabem, que ela é uma prostituta:
Ela deve mostrar submissão e humildade e não tem o direito de se defender.



A puta é mantida com colar ao redor do colo, com corrente de guia ou trela, e fica muitas vezes com consoladores enfiados nela:
Isso é um tratamento normal para prostitutas e escravas. Uma moça evangélica vai aceitar essa humilhação com gratidão e submissão total.



A puta é tratada com agulhas na bucetinha, no grelinho e na bunda:
O tratamento é extremamente doloroso, mas desde que as agulhas são limpas, não implica em riscos de saúde. Por isso uma boa prostituta evangélica, que quer realmente servir como escrava e agradar ao dono e aos clientes, vai aguentar esse tratamento. Se ela não aguenta facilmente, pode pedir para ser amarrada.






A puta é obrigada para fazer xixi ou cocô na frente de clientes:
Embora que seja falta de educação fazer isso, se eles o exigem a puta tem que obedecer. Ela deve abrir a bucetinha com boa vontade para os clientes verem direitinho o xixi sair.




Os clientes querem enfiar uma caneta ou outros objetos na uretra da meretriz:
É um tratamento muito doloroso, mas se eles procedem com moderação sem ferir a puta nesse lugar sensível, ela tem que aguentar a tortura e oferecer a buceta para os clientes. Ela deve sempre pensar no dinheiro, que ela vai fazer para seu dono e no divertimento dos clientes.






O dono proibe à puta de falar de Jesus:
Se ela não fala de Jesus, ela infringe os mandamentos de Deus. Ela deve continuar por mais que o dono a castigue. Alguns teólogos acham, que a prostituta pode-se calar, se ela testemunha de Jesus através de suas atitudes como submissão total, obediência, dedicação, paixão, amor, sinceridade, abertura máxima de buceta e cuzinho, boquete amoroso, limpeza e mais.














Uma puta, que não tem Deus no coração está fora da salvação, um bom alvo para a agitação de Satanas.















Porém, uma puta boa, suave e gostosa, que segue a essas dicas é como um anjo, e ganhara a muitos com sua atitude submissa, obediente, amena, agradável e evangélica.












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